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Carlos Bracher – Flores Amarelas e Jarra Azul – OST – 54 X 73 cm

O preço original era: R$15.000,00.O preço atual é: R$12.500,00.

Artista: Carlos Bracher

Título: Flores Amarelas e Jarra Azul

Técnica: Óleo Sobre Tela

Dimensões: 54 X 73 cm

Descrição

Artista: Carlos Bracher

Título: Flores Amarelas e Jarra Azul

Técnica: Óleo Sobre Tela

Dimensões: 54 X 73 cm

 

Biografia

Carlos Bracher (Juiz de Fora MG 1940)
Carlos Bracher é pintor, desenhista, escultor e gravador. Frequentou a Sociedade de Belas Artes Antônio Parreiras, em Juiz de Fora, Minas Gerais, por volta de 1959. Entre 1965 e 1966, em Belo Horizonte, foi aluno de Fayga Ostrower (1920–2001) na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Estudou técnicas de mural e mosaico com Inimá de Paula (1918–1999), na Escola Municipal de Belas Artes.

Em 1967, recebeu o prêmio de viagem ao exterior do Salão Nacional de Belas Artes (SNBA), no Rio de Janeiro. Viajou para a Europa, fixando-se principalmente em Paris e Lisboa, onde estudou pintura e expôs em galerias locais. Retornou ao Brasil em meados de 1970 e passou a residir em Ouro Preto, Minas Gerais.

Em 1989, teve sua trajetória celebrada com a exposição retrospectiva de 30 anos de trabalho, intitulada Pintura Sempre, apresentada em São Paulo, Curitiba, Rio de Janeiro, Brasília e Belo Horizonte. No ano seguinte, produziu uma série de quadros em homenagem ao centenário da morte do pintor holandês Vincent van Gogh (1853–1890), exibida em diversas galerias e museus no Brasil e no exterior.

Vários livros sobre sua obra foram publicados, entre eles Bracher, do crítico Olívio Tavares de Araújo, lançado pela editora Métron em 1989, e Bracher: Do Ouro ao Aço, publicado pela editora Salamandra em 1992.

Comentário Crítico
Nos anos 1960, ainda em período de formação – quando estuda com Fayga Ostrower (1920 – 2001), na Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG -, Carlos Bracher pinta, predominantemente, as igrejas barrocas e o casario colonial mineiro. Cria imagens que são muitas vezes submetidas a grandes deformações, aproximando-se do expressionismo, como no quadro Igreja da Glória, 1965, no qual utiliza pinceladas largas e matéricas. Já no fim daquela década, suas obras indicam a admiração pelo cubismo, como se observa em Ouro Preto Noturna, 1968, que apresenta grande simplificação formal. Bracher substitui a pincelada solta por outra mais impessoal, criando superfície lisas, valorizando as linhas de contorno e a definição quase escultórica das formas, com o predomínio de uma gama cromática constituída por tons frios.

Como nota o crítico Olívio Tavares de Araújo, Bracher apresenta uma visão dramática da paisagem mineira. Também as paisagens do Rio de Janeiro e São Paulo são marcadas por essa dramaticidade, conferida principalmente pela gama cromática densa e escura, como em Estação da Luz, São Paulo, 1989, na qual a pincelada volta a ser larga e gestual. Ao longo de sua carreira, o artista tem, como tema freqüente, a paisagem e dedica-se ao “dramático e mágico exercício de compreendê-la”.

Críticas
“Todo mundo da área sabe que a moda atual é a da ‘nova’ pintura. Isto é: ser de vanguarda, nesse instante, consiste em lidar de novo com telas, tintas a óleo, muitos gestos, muitas cores e muita declaração de amor a essa milenar atividade. Por antítese, há de existir ainda uma pintura ‘velha’, a dos puramente acadêmicos. E é um prazer descobrir que também existe a pintura ‘de sempre’, que não é antiga nem recente, e sim acima das contingências do momento. Esta é a pintura praticada pelos que poderíamos chamar de ‘resistentes’. Artistas que acreditaram com força em seu talento e em sua linguagem e ousaram não se submeter aos modismos e pressões a seu redor. Um desses resistentes é certamente o mineiro Carlos Bracher. Desde que se entendeu por gente e por artista, ele se dedicou a uma pintura figurativa, de filiação expressionista, fundada em técnicas tradicionais que ele dominava com perfeição. (…) Suas cores são escuras e densas, mas, paradoxalmente, não são trágicas, sombrias”.
Olívio Tavares de Araújo
CARLOS Bracher: marinhas. Prefácio de António Carlos L. de Figueiredo. Apresentação de Olívio Tavares de Araújo. Belo Horizonte: Matiz Arte Galeria, 1987.

“Carlos Bracher faz parte de uma família de pintores que se inicia com Grunewald, Rembrandt, Goya, chegando a Van Gogh e aos expressionistas alemães do início desse século. Bracher pertence a essa família de artistas que fazem a catarse de seus demônios pessoais ao mesmo tempo que veiculam a catarse dos demônios de sua época. A pintura de Bracher é exorcista, e por seu intermédio extravasam emoções, individuais e coletivas. (Como dizia Pound, o artista possui as ‘antenas da espécie’). Poderia acrescentar que é, também uma pintura homeostática : garante a seu autor condições de equilíbrio psíquico e sobrevivência no universo. Embora muito bem camuflados, existem em Bracher conteúdos tensos, ansiosos, obsessivos”
Olívio Tavares de Araújo
ARAÚJO, Olívio Tavares de. Talento à flor da pele. Jornal Hoje, Belo Horizonte, 4 de mai. de 1989.

“Não há em Bracher esse compromisso de fidelidade à realidade objetiva, com suas relações de volume e espaço, de cor e sensação luminosa. Muito pelo contrário, os motivos que pinta são pretextos para a aventura pictórica(visionária?), para o mergulho num universo indeterminado de formas e luzes, de onde surgirá o quadro, a obra de arte, que é o mundo transfigurado. Bracher aprendeu essa magia. Não tem dela a teoria, não será capaz de aprendê-la analiticamente. Mas sabe-a com as mãos. E a produz, transformando a matéria impenetrável do mundo em pasta colorida e caligrafia poética. Em suma, numa linguagem criada pelo homem e que se chama pintura”.
Ferreira Gullar
FERREIRA GULLAR. In: NUANCE GALERIA DE ARTE. catálogo. Belo Horizonte, 1995

Depoimentos
“A possibilidade da paisagem. Este dramático e mágico exercício de compreendê-la. De enaltecê-la. Há muitos e muitos anos permanece este meu convívio com ela, como fonte e caminho do meu trabalho. Meus olhos a tem procurado e percebo como se torna infinito conquistá-la. Aind que minha paixão se volte para ela com todo o fervor, a paisagem se torna cada vez mais insondável e imensa. Este poder magnífico da terra, do solo onde pisa, do céu, do mar, de árvores e montanhas. É toda e a própria vida, este ar que respiramos, o sol, os verdes e aquele vigoroso crepúsculo que se põe, prenunciando a noite, gigantesco acontecimento, o da paisagem (…)”
Carlos Bracher
BRACHER, Carlos. [texto]. In: Destaques Hilton de Pintura : catálogo. Rio de Janeiro, MAM/RJ, 1980.

“(…) Eu tenho uma identificação estilística muito forte com Van Gogh. A pintura dele é muito caótica, desordenada. Eu sou um anti-Cézanne, por exemplo. Tenho paixão por Cézanne, mas nunca faria uma pintura como a dele. É a antítese de mim. Meu trabalho é mais mórbido, complexo, trágico. Meu pensamento é ilógico. Isso é da minha natureza. Na desordem eu me ligo a Van Gogh. E é na desordem que tenho que construir minha ordem”.
Carlos Bracher
BRACHER, Carlos. In : Bracher supera fase Van Gogh. Jornal Hoje em Dia, Belo Horizonte, 20 de ago. de 1992

Exposições Individuais
1968 – Belo Horizonte MG – Individual, na Galeria Guignard
1968 – Juiz de Fora MG – Individual, no Museu Mariano Procópio
1968 – Juiz de Fora MG – Individual, na Galeria Celina
1968 – Goiânia GO – Individual, na Galeria Azul
1968 – Rio de Janeiro RJ – Individual, na Galeria Oca
1968 – São Paulo SP – Individual, na Galeria Itália
1969 – Lisboa (Portugal) – Individual, no Palácio Foz
1969 – Lisboa (Portugal) – Individual, no Museu de Évora
1970 – Paris (França) – Individual, na Galerie Debret
1971 – Belo Horizonte MG – Individual, na Galeria Guignard
1971 – Juiz de Fora MG – Individual, na Galeria Celina
1972 – Brasília DF – Individual, na Galeria Mainline
1974 – Rio de Janeiro RJ – Individual, na Galeria Bonino
1975 – Belo Horizonte MG – Individual, na Galeria AMI
1975 – Brasília DF – Individual, na Oscar Seraphico Galeria de Arte
1976 – Juiz de Fora MG – Individual, na Galeria Pró-Música
1977 – Rio de Janeiro RJ – Individual, na Galeria Bonino
1977 – Roma (Itália) – Individual, na Galleria d´Arte del Brasil, Palazzo Pamphilli
1978 – Belo Horizonte MG – Individual, na Galeria AMI
1978 – Milão (Itália) – Individual, na Galeria d´Arte Italo-Brasiliana
1978 – Ouro Preto MG – Individual, na Faculdade de Ouro Preto, FAOP
1978 – Belo Horizonte MG – Individual, na Galeria AMI
1978 – Brasília DF – Individual, na Galeria Oscar Seráfico
1978 – Brasília DF – Individual, na Galeria Portal
1979 – Rio de Janeiro RJ – Individual, na Galeria Bonino
1980 – Cataguases – Individual, na Gal-Art
1980 – Brasília DF – Individual, na Galeria Oscar Seráfico
1981 – Belo Horizonte MG – Individual, na Galeria AMI
1982 – Brasília DF – Individual, na Galeria Oscar Seráfico
1982 – Rio de Janeiro RJ – Individual, na Galeria Bonino
1982 – Curitiba PR – Individual, na Galeria Ida e Anita
1983 – Londrina PR – Individual, na Galeria ArteNossa
1983 – Chile – Individual, no Museu de Arte Contemporânea
1984 – São Paulo SP – Individual, na Galeria Ars Artis
1984 – Rio de Janeiro RJ -Individual, na Galeria Bonino
1985 – Salvador BA – Individual, na Galeria Época
1985 – Brasília DF – Individual, na Galeria Oscar Seráfico
1985 – Madri (Espanha) – Individual, na Galeria da Casa do Brasil
1985 – Haia (Holanda) – Individual, na Galeria da Embaixada Brasileira
1985 – Brasília DF – Individual, na Oscar Seraphico Galeria de Arte
1985 – Roma (Itália) – Individual, no Palazzo Doria Pamphilli
1986 – Juiz de Fora MG – Individual, na Galeria da Baronesa
1987 – Rio de Janeiro RJ – Individual, na Galeria Bonino
1987 – Belo Horizonte MG – Marinhas, na Matiz Arte Galeria
1987 – Curitiba PR – Individual, na Simões de Assis Galeria de Arte
1989 – São Paulo SP – Individual, na Sadalla Galeria de Arte
1989 – Rio de Janeiro RJ – Individual, na Galeria Bonino
1989 – Belo Horizonte MG – Caminhos da Liberdade, na Secretaria de Estado da Cultura
1989 – Curitiba PR – Carlos Bracher : Pintura Sempre – exposição comemorativa de 30 anos de trabalho, no MAC
1989 – Brasília DF – Carlos Bracher : Pintura Sempre – exposição comemorativa de 30 anos de trabalho, no Teatro Nacional de Brasília
1989 – São Paulo SP – Carlos Bracher :Pintura Sempre – exposição comemorativa de 30 anos de trabalho, no Masp
1989 – Belo Horizonte MG – Carlos Bracher :Pintura Sempre – exposição comemorativa de 30 anos de trabalho, no Palácio das Artes
1989 – Ouro Preto MG – Carlos Bracher :Pintura Sempre – exposição comemorativa de 30 anos de trabalho, no Museu da Inconfidência
1989 – Juiz de Fora MG – Carlos Bracher :Pintura Sempre – exposição comemorativa de 30 anos de trabalho, no Espaço Cultural Bernardo Mascarenhas
1989 – Rio de Janeiro RJ – Carlos Bracher :Pintura Sempre – exposição comemorativa de 30 anos de trabalho, no MNBA
1990 – Belo Horizonte MG – Homenagem a Van Gogh, no Museu de Arte
1990 – São Paulo SP – Homenagem a Van Gogh, na Galeria Sadalla
1990 – Curitiba PR – Homenagem a Van Gogh, na Simões de Assis Galeria de Arte
1990 – Rio de Janeiro RJ – Homenagem a Van Gogh, na Galeria Bonino
1990 – Rio de Janeiro RJ – Homenagem a Van Gogh, na Dbieler
1992 – Sabará MG – Sabará dos Tempos, Do Ouro ao Aço, no Espaço Cultural Fundação Belgo-Mineira
1992 – Rotterdam (Holanda) – Homenagem a Van Gogh, no World Trade Center
1992 – Auvers-sur-oise (França) – Homenagem a Van Gogh, no Musée Daubigny
1992 – Londres (Inglaterra) – Homenagem a Van Gogh, na White Leys
1992 – Londres (Inglaterra) – Homenagem a Van Gogh, na Atrium Gallery
1992 – Pequim (China) – Homenagem a Van Gogh, no Palácio Imperial
1992 – Tóquio (Japão) – Homenagem a Van Gogh, na The United Nations University
1992 – Paris (França) – Homenagem a Van Gogh, na Galerie Debret
1993 – Bogotá (Colômbia) – Homenaje a Van Gogh, no Museu de Arte Moderno
1995 – Belo Horizonte MG – Retratos, na Pace Galeria
1995 – Miami (Estados Unidos) – Individual
1995 – Salvador BA – Flores, na MCR Galeria de Arte
1996 – Porto Alegre RS – Mutações : Retratos de Bracher, na Galeria Tina Zappoli
1996 – Londres (Inglaterra) – Individual
1998 – São Paulo SP – Individual, no IEB/USP
1998 – Brasília DF – Individual, no Espaço Cultural Zumbi dos Palmares da Câmara dos Deputados
2001 – Belo Horizonte MG – Cinco Vezes Bracher, no Museu de Arte da Pampulha
2002 – Belo Horizonte MG – Individual, no Centro Cultural Oboé

Exposições Coletivas
1957 – Juiz de Fora MG – Salão Municipal de Belas Artes
1959 – Juiz de Fora MG – Salão Municipal de Belas Artes – medalha de bronze
1959 – Rio de Janeiro RJ – 10º Salão Nacional de Belas Artes
1960 – Rio de Janeiro RJ – 11º Salão Nacional de Belas Artes – medalha de bronze em escultura
1963 – Belo Horizonte MG – Coletiva, no Salão da Secretaria de Educação
1963 – Juiz de Fora MG – Salão Municipal de Belas Artes – medalha de prata
1963 – Rio de Janeiro RJ – 14º Salão Nacional de Belas Artes
1965 – Belo Horizonte MG – Coletiva, no Salão da Secretaria de Educação
1965 – Juiz de Fora MG – Salão Municipal de Belas Artes – medalha de ouro
1967 – Belo Horizonte MG – Coletiva, no Salão da Secretaria de Educação
1967 – Juiz de Fora MG – Salão Municipal de Belas Artes – sala especial
1967 – Rio de Janeiro RJ – 18º Salão Nacional de Belas Artes – prêmio viagem ao exterior
1968 – Buenos Aires (Argentina) – Três Aspectos da Pintura Contemporânea Brasileira
1968 – Lima (Peru) – Três Aspectos da Pintura Contemporânea Brasileira
1968 – Montevidéu (Uruguai) – Três Aspectos da Pintura Contemporânea Brasileira
1969 – Lisboa (Portugal), Coletiva com Juarez Machado
1969 – Rio de Janeiro RJ – A Paisagem Contemporânea Brasileira, no Instituto Brasil-Estados Unidos, IBEU
1969 – São Paulo SP – 1ª Feira de Artes Plásticas, da Associação Internacional de Artes Plásticas, no Hilton Hotel
1970 – Paris (França) – Coletiva, na Galerie Bernhein-Jeune
1970 – Paris (França) – Salon Saint Honoré – Matignon, na Galerie Transposition
1971 – Rio de Janeiro RJ – 50 anos de Arte Brasileira, no MAM / RJ
1972 – Rio de Janeiro RJ – Coleção Gilberto Chateaubriand, no Instituto Brasil-Estados Unidos, IBEU
1973 – Belo Horizonte MG – Salão Global, no Museu de Arte
1973 – São Paulo SP – 5º Panorama Atual da Arte Brasileira, no MAM/SP
1974 – Belo Horizonte MG – Valores Permanentes das Artes em Minas, na Galeria AMI
1975 – Belo Horizonte MG – 10 Artistas Nacionais, na Galeria AMI
1976 – Belo Horizonte MG – 4º Salão Global, no Palácio das Artes – sala especial
1976 – Belo Horizonte MG – Artistas Mineiros, nas Faculdades da UFMG
1976 – Belo Horizonte MG – Salão Nello Nuno, no Palácio das Artes – sala especial
1976 – São Paulo SP – 8º Panorama Atual da Arte Brasileira, no MAM/SP
1977 – Belo Horizonte MG – A Paisagem Mineira, no Palácio das Artes
1977 – Belo Horizonte MG – Coleção Gilberto Chateaubriand, no Palácio das Artes
1977 – Juiz de Fora MG – exposição inaugural, na Capela Galeria de Artes
1979 – Belo Horizonte MG – Coletiva com Álvaro Apocalypse, na Galeria AMI
1980 – Belo Horizonte MG – Destaques Hilton de Pintura, no Palácio das Artes
1980 – Brasília DF – Destaques Hilton de Pintura, na Fundação Cultural
1980 – Curitiba PR – Destaque Hilton de Pintura, no Teatro Guaíra
1980 – Porto Alegre RS – Destaque Hilton de Pintura, no Margs
1980 – Rio de Janeiro RJ – Destaques Hilton de Pintura, no MAM/RJ
1980 – São Paulo SP – Destaques Hilton de Pintura, no MAM/SP
1981 – Belo Horizonte MG – 8º Salão Global, no Palácio das Artes – sala especial
1981 – Belo Horizonte – Arte Mineira em Destaque, na Fundação Palácio das Artes
1981 – Belo Horizonte MG – Seis Artistas de Minas, na Ami Galeria de Arte
1981 – Brasília DF – Coletiva, na Fundação Cultural de Brasília
1981 – Juiz de Fora MG – Os Bracher, na Galeria Pró-Música
1981 – Rio de Janeiro RJ – Coletiva, no MAM/RJ
1981 – Rio de Janeiro RJ – 8º Salão Global de Inverno, no MAM/RJ
1981 – São Paulo SP – Coletiva, no MAM/SP
1981 – São Paulo SP – 8º Salão Global de Inverno, no Masp
1982 – Rio de Janeiro RJ – Primavera com Flores, no Cláudio Gil Studio de Arte
1983 – Rio de Janeiro RJ – Auto-Retrato na Pintura Brasileira, na Galeria de Arte Banerj
1983 – Santiago do Chile (Chile) – Coletiva com Fani Bracher
1983 – São Paulo SP – 14º Panorama Atual da Arte Brasileira, no MAM/SP
1984 – Belo Horizonte – exposição de inauguração, na Galeria CEMIG
1984 – Belo Horizonte MG – O Rosto do Herói, no Palácio das Artes
1984 – Brasília DF – Pintura Brasileira Atuante, na Fundação Cultural
1984 – Curitiba PR – Simões de Assis Galeria de Arte: mostra inaugural, na Simões de Assis Galeria de Arte
1984 – Rio de Janeiro – Toma de Minas a Estrada, no Hotel Nacional
1984 – Rio de Janeiro RJ – Auto-Retrato, na Aliança Francesa
1984 – Rio de Janeiro RJ – Pintura Brasileira Atuante, no Espaço Petrobras
1985 – Belo Horizonte MG – O Retrato do Colecionador Gilberto Chateaubriand e os Auto-Retratos, na Galeria CEMIG
1985 – Curitiba PR – Cor e Lirismo (Bracher, Marx e Fang), na Simões de Assis Galeria de Arte
1985 – Rio de Janeiro RJ – O Retrato do Colecionador Gilberto Chateaubriand e os Auto-Retratos, no Banerj
1985 – São Paulo SP – As Mães e a Flor na Visão de 33 Pintores, na Ranulpho Galeria de Arte
1986 – Belo Horizonte MG – 18º Salão Nacional de Arte, no Museu de Arte – sala especial
1986 – Rio de Janeiro RJ – Pintura e Poesia, na Galeria do BNDES
1987 – Curitiba PR – Artistas Contemporâneos, na Simões de Assis Galeria de Arte
1987 – Rio de Janeiro RJ – Entre dois Séculos (Coleção Gilberto Chateaubriand), no MAM/RJ
1987 – São Paulo SP – O Ofício da Arte : A Pintura, no SESC Pompéia
1989 – São Paulo SP – Trinta e Três Maneiras de Ver o Mundo, na Ranulpho Galeria de Arte
1992 – Rio de Janeiro RJ – Eco Art, no MAM/RJ
1992 – São Paulo SP – 7º Salão Brasileiro de Arte, na Fundação Mokiti Okada
1993 – Fortaleza CE – 23 Anos, na Galeria Ignez Fiuza
1994 – Ouro Preto MG – A Identidade Virtual, no Museu da Inconfidência
1995 – Rio de Janeiro RJ – Paisagem mineira. Minas além das Gerais
1995 – Belo Horizonte MG – Exposição Inaugural Nuance Galeria de Arte, na Nuance Galeria de Arte
1995 – Fortaleza CE – 46º Salão de Abril
1995 – Minas Gerais – A Paisagem de Minas, na Galeria da Turminas
1995 – Minas Gerais – Minas, da Terra ao Homem, no 14º Congresso de Medicina Física e Reabilitação
1995 – São Paulo SP – 14ª Exposição de Artistas Contemporâneos da Sociarte
1995 – São Paulo SP – Brasil-Japão Arte, na Fundação Mokiti Okada
1996 – Belo Horizonte MG – Improviso para Guignard, no Espaço Cultural Bamerindus Seguros
1996 – Londres (Inglaterra) – Coletiva, na Cynthia Bourne Gallery
1996 – Porto Alegre RS – Natureza Humana, na Galeria Tina Zappoli
1996 – Rio de Janeiro RJ – Duas Vezes Minas – Fani e Carlos Bracher, no Centro Cultural Banco do Brasil
1997 – Curitiba PR – Casa Cor Sul, na Simões de Assis Galeria de Arte
1999 – Curitiba PR – Destaques da Pintura Brasileira, na Simões de Assis Galeria de Arte
1999 – São Paulo SP – 6º Salão de Arte e Antiguidade de São Paulo, na Sociedade Hebraica
2000 – Brasília DF – Coletiva com Fani Bracher, na Sala de exposições do Espaço Cultural da Câmara dos Deputados
2001 – Belo Horizonte MG – Mostra dos Grandes Mestres da Pintura Nacional, na Galeria Michelângelo
2001 – Fortaleza CE – Retratos: Belchior visto por grandes nomes e por ele mesmo, no Centro Cultural Oboé
2001 – São Paulo SP – Biografias Instantâneas, na Casa das Rosas
2002 – São Paulo SP – Ópera Aberta: celebração, na Casa das Rosas
2003 – Porto Alegre RS – Humanidades, na Galeria Tina Zappoli
2003 – Rio de Janeiro RJ – Belchior: retratos e auto-retratos, no Centro Cultural da Justiça Federal
2003 – Rio de Janeiro RJ – Projeto Brazilianart, no Almacén Galeria de Arte
2003 – Rio de Janeiro RJ – Tesouros da Caixa: arte moderna brasileira no acervo da Caixa, no Conjunto Cultural da Caixa
2005 – Porto Alegre RS – A Reunião, na Galeria Tina Zappoli

Fonte: Itaú Cultur

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