Descrição
Artista: Ettore Federighi
Título: Natureza Morta com Chuchus
Técnica: Óleo Sobre Tela
Dimensões: 40 X 50 cm
Ettore Federighi
Biografia:
Ettore Federighi (Muzambinho/MG, 1909 — São Paulo/SP, 1978)
24.08.1909 Brasil / Minas Gerais / Muzambinho
03.12.1978 Brasil / São Paulo / São Paulo
Pintor. Filho de Menotti Federighi e Virginia Forsato, viveu por muito tempo em Minas Gerais. Federighi sempre teve a preocupação de retratar sua cidade no interior de Minas Gerais, onde, ainda quando criança, criou sua primeira obra. Federighi sempre teve a preocupação de retratar sua cidade no interior de Minas Gerais, onde, ainda quando criança, criou sua primeira obra. Nela foi retratada uma paisagem exuberante, do alpendre de uma casa qualquer, pertencente à sua cidade. Desse modo, o pequeno pintor frequentemente retornava ao local do avistamento para refrescar sua memória e, assim, conseguir finalizar sua primeira arte. Após o término desta, Ettore Federighi se preocupa com a moldura, pintando-a com cordão e pregos, para que fosse passado o efeito pretendido pelo pintor. Efeito esse que consistia na impressão de que a obra estivesse inclinada, para qualquer um que a visse. Adquirindo gosto pela arte, passa a decorar diversos cômodos e paredes de sua casa, aperfeiçoando suas habilidades conforme o tempo. Porém, foi apenas após realizar uma pintura retratando o rosto do menino Jesus que recebeu seu primeiro reconhecimento, sendo chamado para trabalhar em um circo, na cidade em que morava. Com o decorrer do tempo foi convidado, por esse mesmo circo, a fazer uma viagem à Europa, mas que recusou por motivos ainda desconhecidos. Sobre seu estilo, é possível dizer que prezava muito pelas proporções, apreciando técnicas de quadricular o papel e estabelecendo simetrias, como que se estivesse ampliando uma fotografia. Esse conjunto de características foi o que o destacou dos demais artistas, trazendo originalidade e diferença à sua obra. Dentre seus gostos, apreciava retratar prédios, placas, painéis, letreiros, sendo assim convidado para decorar a Igreja de Paraisópolis em Minas Gerais, quando tinha apenas 15 anos de idade. Dentre suas habilidades não diretamente relacionadas com a pintura, tocava violão, piano, flauta, gaita, clarineta, entre outros, apenas de ouvido. Também era próximo do ofício de plasmar máscaras em barro e gesso, as quais pintava e vendia no carnaval, como forma de expressar seu talento eclético. Como se não bastasse, ainda lecionou pintura por diversos anos na capital de São Paulo, onde deixou inúmeros alunos da alta sociedade paulista.
10º Exposição da Associação Paulista de Belas Artes – 10.1951
11º Salão de Belas Artes de Piracicaba
01.08.1963
15º Salão Paulista de Belas Artes – 14.10.1949
17º Salão Paulista de Belas Artes – 08.08.1952
21º Salão Paulista de Belas Artes – 1957
23º Salão Paulista de Belas Artes – 1958
24º Salão Paulista de Belas Artes – 1959
25º Salão Paulista de Belas Artes – 1960
26º Salão Paulista de Belas Artes – 1961
2ª Exposição Coletiva de Artistas Contemporâneos – 26.12.1986
30º Salão Paulista de Belas Artes – 1965
32º Salão Paulista de Belas Artes – 07.11.1967
34º Salão Paulista de Belas Artes – 1969
35º Salão Paulista de Belas Artes – 1970
37º Salão Paulista de Belas Artes – 1972
38º Salão Paulista de Belas Artes – 1973
40º Salão Paulista de Belas Artes – 07.1976
41º Salão Paulista de Belas Artes – 10.1977
42º Salão Paulista de Belas Artes – 07.1978
4ª Mostra de Arte – 28.10.1996
Salão Paulista de Belas Artes – 1976





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